O que São Vicente de Minas compra de outros países
Importações das empresas da cidade, por produto e por país de origem, com os números oficiais do governo.
De outubro de 2025 a setembro de 2026, empresas de São Vicente de Minas compraram US$ 94,3 mil de outros países. É 30% a menos do que nos 12 meses anteriores, quando foram US$ 134,3 mil.
Dados oficiais do governo até setembro de 2026. Os meses mais recentes ainda podem ser revistos, e a fonte pode ter atraso ou erro.
Entre as 378 cidades de Minas Gerais que importaram, São Vicente de Minas ficou em 247º lugar. No Brasil, em 1.833º entre 2.567.
Ver o ranking de importaçõesTodos os produtos (1)
Nos últimos 12 meses. Toque em um produto para ver de onde ele vem.
- 1Papel, cartão, pasta de celulose e mantas de fibras de celulose…9,9 toneladasUS$ 94,3 mil100%
Todos os países (1)
Nos últimos 12 meses. Toque em um país para ver o que vem de lá.
- 1FrançaUS$ 94,3 mil100%
Mês a mês
Valor comprado em cada um dos últimos 24 meses. Passe o dedo ou o mouse numa barra para ver o mês.
Ano a ano
- 2021US$ 82,8 mil
- 2022US$ 37,7 mil
- 2023US$ 83,9 mil
- 2024US$ 54,1 mil
- 2025US$ 135,6 mil
- 2026 (até setembro)US$ 64,7 mil
Cada compra é contada na cidade do endereço fiscal da empresa que importou, e não onde o produto é usado. Por isso, cidades com portos, sedes de grandes empresas ou importadoras aparecem com valores altos. Os valores estão em dólares, como o governo publica, sem descontar a inflação.
Perguntas sobre as importações de São Vicente de Minas
Quanto São Vicente de Minas importa?
De outubro de 2025 a setembro de 2026, empresas com endereço fiscal em São Vicente de Minas (MG) compraram US$ 94,3 mil de outros países: 1 produto, de 1 país.
O que São Vicente de Minas mais importa?
Nos últimos 12 meses, os produtos mais comprados foram Papel, cartão, pasta de celulose e mantas de fibras de celulose… (100%).
De quais países São Vicente de Minas mais importa?
Nos últimos 12 meses, as principais origens foram França (100%).
Por que esse valor pode ser diferente do que a cidade consome?
Cada compra é contada na cidade do endereço fiscal da empresa que importou, e não onde o produto é usado. Por isso, cidades com portos, sedes de grandes empresas ou importadoras aparecem com valores altos. Os valores estão em dólares, como o governo publica, sem descontar a inflação.
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